sexta-feira, 26 de junho de 2009

VERSÃO MAXI LÓPEZ, E NOSSA TAMBÉM...

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TIRINHA EXPLICA PROBLEMA NO MINEIRÃO


quinta-feira, 25 de junho de 2009

GOL SALVADOR NO FINAL

A diferença entre ter que fazer dois e ter que fazer quatro é muito grande.
Grêmio 2 x 0 Cruzeiro no Olímpico. Parece algum resultado impossível ?
Na minha singela opinião não.
Dois gols são factíveis, em 90 minutos, tranquilamente.

Com apoio em massa da torcida.
Mas com Herrera, e não Alex Mineiro.

FORZA GREMIO, FORZA !

quarta-feira, 24 de junho de 2009

AUTUORI NO CAMINHO CERTO

Em todas as mídias que tenho acompanhado, o Grêmio tem sido desmerecido por sua campanha invicta aqui.

O Grêmio não tem culpa alguma por sua tabela de jogos. A Libertadores vai se desenhando conforme os times vão se classificando e, mesmo após ter tido a "sorte" de cair no grupo que caiu na primeira fase, só pôde ter essa "sorte" porque foi, de forma competente, segundo colocado no Brasileirão do ano passado e CLASSIFICOU-SE para a Libertadores. Coisa que muito clube não conseguiu.

Depois, caras como Milton Neves et caterva, sempre estão com seus rojões apontados para o lado do Grêmio. Como alguém já disse, o nosso amado Grêmio é o MAIS ODIADO clube do Brasil.

De entendimento superior e conhecimento expressivo sobre o futebol brasileiro, Paulo Autuori não tem deixado-se levar por essas miudezas e trata de passar confiança para equipe, rechaçar a idéia de favoritismo do Cruzeiro e, corretamente, de ajustar o Grêmio à realidade da envergadura de sua camiseta. A idéia que se tem, pela primeira vez no Grêmio nessa altura do mata-mata passa ser a de que temos que VENCER o jogo. Isso vai contra até alguns velhos conselheiros e pessoas míticas dentro do clube, que são derrotistas de plantão e adoram 90 minutos de sofrimento, sempre arriscando demais ao preferir times que se defendam exclusivamente, ou que simplesmente se defendam e especulem no contra-golpe.

Por mais que possamos até, quem sabe, em último caso, amargar uma derrota, a idéia de vencer o jogo é, e sempre foi a mais correta. A história do "vamos lá arrancar um empate", ou "perder de pouco" não condiz com o tamanho do Grêmio, sua história e sua torcida. Depois de muito tempo, me arrisco a dizer, que o Grêmio tem um técnico à sua altura. E ele tem um contrato longo ! Estou otimista. Acredito cada vez mais ao ouvir Autuori. Ele tem a filosofia dos homens vencedores. E, como nós somos aquilo que acreditamos ser, ele é um vencedor. Bom para ele, e agora, bom para o Grêmio.

FORZA GREMIO !


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segunda-feira, 22 de junho de 2009

PEDREIRAS

O jogo contra o Goiás com certeza foi muito bom para o Grêmio. Aliás, tenho achado muito boa a estratégia do Autuori de mexer o mínimo possível na esquipe nesta hora de poupar o Grêmio.

É importante porque o o Grêmio precisa desses testes fortes, dessas equipes que não respeitam o Grêmio em campo. Porque, no fim das contas, é assim que adversários como o Cruzeiro vão tratar o Grêmio. As cicatrizes de partidas como esse 2 x 2 contra o Goiás no Olímpico, com Maximus López fazendo o gol de empate aos 47 do segundo tempo começam a marcar o time na carne como ferro em brasa, e o tornam forte e experiente para enfrentar situações igualmente complexas na Libertadores e agora, tenho certeza, no mundial interclubes.

Outra coisa muito importante que vi foi que Paulo Autuori já demonstra conhecer o funcionamento das vontades e das habilidades de cada um em nossa equipe. Claro, ele tentou poupar o time, mas vendo que o Goiás ameaçava uma série invicta já de 22 jogos no Olímpico, lançou mão, corretamente, de peças como Jadílson e Maxi, e jogou a equipe para cima do Goiás para obter o gol de empate.

Outra coisa interessante foi o segundo gol do Goiás. Talvez agora a zagueirada não fique dormindo quando da cobrança das faltas pelo adversário.

Bom enfrentamento, uma não-derrota e, ao contrário de alguns corneteiros e/ou comentaristas pessimistas historicamente, acho que a mecânica de jogo chega logo... E o jogo no Mineirão vai ser o primeiro dos melhores jogos do Grêmio neste ano.

Forza Gremio !

quinta-feira, 18 de junho de 2009

CLASSIFICAÇÃO NO EMPATE

O Grêmio, para variar, classificou-se com o regulamento debaixo do braço.

Não sei bem o porquê, mas o jogo de ontem me deixou atônito. O Grêmio não conseguiu apertar o adversário. Não conseguiu articular jogadas ofensivas. Teve no esforço de Maxi López e no segundo tempo depois da entrada de Herrera os únicos momentos interessantes no jogo.

Tcheco, em jogos decisivos, desaparece. Ontem não foi de todo. Houve esforço, marcação. Mas na criação ele está devendo, e muito.
Souza. Ah, o Souza. Onde estava ele ontem ? Em Porto Alegre ? Souza acha que vai ganhar mais do que Máxi sem fazer 1/10 do que o alemão faz em campo ? Vai jogar bola Souza. E se tiver que voltar para Paris, olha, acho que já está podendo ir, não fará falta.
Ruy. Sinceramente, não sei o que há com Ruy. Ele começou o ano bem, mas agora me convence de que era fogo de palha. Ele não marca, não vai ao fundo, não tem vitória pessoal. Um desastre. Thiego já merece a lateral pelo que fez no jogo contra o Flu.
Fábio Santos foi muito bem, melhorou muito, está com muito esforço. O mesmo posso dizer de Adílson, que ontem foi um dos melhores em campo pelo Grêmio. Tulio. Bah, o Tulio é experiente, cancheiro, mas está lento e não tem criatividade alguma no momento do passe. O Grêmio como um todo é um desastre quanto ao passe.

Agora, alguém tem de avisar o Marcelo Grohe, que, apesar de ótimo goleiro, ele é muito ruim na reposição de bola. Um time com Marcelo no gol e necessidade da vitória não vai a lugar algum. Explico: não adianta só repor a bola de chutão. Tem que sair jogando, como fazem goleiros como o Victor. Vejam bem: se você der o chutão, o atacante nunca vai levar vantagem, é só acompanhar o que tem acontecido, se o Máxi ou o Alex Mineiro se degladiarem com os zagueiros pela bola, o juiz SEMPRE, INVARIAVELMENTE, vai dar falta de ataque. Logo, sempre que há o chutão, o time adversário rebate, corta, ou até mesmo domina e inicia o ataque. Ontem, tudo que precisávamos era colocar a bola no chão, fazer triangulações. Lançamentos longos não adiantam de nada nesses momentos. E era só o que o Grêmio fazia.

Não sei, depois de ontem, confesso que estou em dúvida sobre o que vem pela frente. Aliás, quase ia esquecendo, e o Ronaldo hein ? Que golaço...

Forza Gremio !

quarta-feira, 17 de junho de 2009

LOUCOS POR TRI AMÉRICA


FIM DA TRÉGUA

Chamando na metranca !

Eu, que nunca fui dado a acompanhar o clube ribeirinho, invadido pelos meios de comunicação que insistem em me informar sobre o alheio, acabo por assistir cenas de sua torcida e seus jogadores indo até o campo de treinos do "monocopa" alavancar as já exacerbadas vontades venezuelanas para o enfrentamento contra o Grêmio, no Olímpico, às 21:50. Pois bem, digo que chega da trégua que dei aos desafetos desde o início desse Blog. Chega de simplesmente não dizer nada sobre o Internacional, já que as coloridas nunca perdem uma oportunidade sequer para tentar ridicularizar o Grêmio, ou dar força a todo e qualquer adversário que possamos vir a ter.

A segunda copa do brasil do Internacional, se acontecer, será apenas o segundo caneco de uma competição que já vencemos QUATRO vezes e que já não podemos disputar mais, porque sempre estamos na LIBERTADORES DA AMERICA (ou porque a CBF resolveu alijar Grêmio e Cruzeiro dessa competição, já que os dois papavam todas e sempre estavam na Libertadores). Outra coisa que as coloridas já esqueceram-se faz algum tempo, mas que eu nunca vou esquecer é que, NÃO HÁ BEM QUE SEMPRE DURE, NEM MAL QUE PARA SEMPRE PERDURE. Aliás, cheguei a ler em algum lugar que o Grêmio deveria aprender com o inter como ganhar Libertadores. É o cúmulo, os postes estam mijando nos cachorros. NÓS SOMOS BI-CAMPEÕES DA AMÉRICA e já jogamos um sem-número de vezes a mais que o inter essa competição.

Eu quero o Grêmio TRICAMPEÃO DA AMÉRICA e o CORÍNTHIANS CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL. E quero que o monocopa se exploda. Quero que o segundo do estado volte a ser o que sempre foi e que de 2006 para cá faz força para esquecer: um clube médio, de âmbito regional, que se importa mais em ganhar GREnal do que qualquer outra coisa.

Só.
FORZA GREMIO !

quarta-feira, 10 de junho de 2009

A CAIXA DE PANDORA

Como há algum tempo falamos apenas de futebol, venho com ótimo texto falando sobre uma das histórias mais interessantes da antiga Grécia.

"A caixa de Pandora é uma expressão muito utilizada quando se quer fazer referência a algo que gera curiosidade, mas que é melhor não ser estudada (revelada).
Sua origem está relacionada ao mito grego do surgimento da primeira mulher, Pandora, criada pelos deuses para castigar o homem. Ela abriu um recipiente e libertou todos os males que se abateram sobre o homem. Segundo a mitologia a Terra era sombria e sem vida, os deuses e a natureza começaram a dar vida e pôr cada coisa em seu devido lugar, porém faltava um animal nobre que pudesse servir de recipiente para um espírito, essa tarefa ficou incumbida aos Titãs Epimeteu (aquele que reflete tardiamente) e Prometeu (aquele que prevê).
Epimeteu criou os animais dando-lhes todas as características distintas, Prometeu ficou responsável por criar um ser à imagem e semelhança dos deuses. Com isso pegou um pouco de terra e molhou com a água de um rio, obtendo assim argila, foi moldando-a com carinho e dedicação até conseguir uma imagem semelhante à de seus deuses. Porém, o homem estava sem vida, por isso Prometeu pegou todas as coisas boas que seu irmão Epimeteu colocou nos animais e também colocou no homem, mas ainda faltava algo mais forte. Prometeu tinha amizade com uma deusa, Atená, essa com admiração pela obra dos Titãs deu ao homem o espírito que lhe faltava.
Após ter destruído seu próprio pai, Zeus voltou suas atenções para a humanidade recém-criada e dela cobrava devoção, sacrifícios em troca de proteção. A partir do momento em que Zeus e seus irmãos passaram a disputar poder com a geração dos Titãs, Prometeu, mesmo não tendo participado da batalha era visto como inimigo e os seres humanos uma ameaça constante.
Em defesa do homem Prometeu e Zeus se encontraram em Mecone (Grécia) para decidirem os deveres e os direitos da humanidade. Prometeu pediu para que os deuses cobrassem mesmo por sua proteção, para isso teve a idéia de por à prova o poder e a visão justa e clara de Zeus. Matou um belo e imenso touro, partiu-o ao meio e pediu para que os deuses do Olimpo escolhessem uma das partes, pois a outra caberia aos humanos. Porém, ele pôs em um dos montes apenas ossos e cobriu-os com o sebo do animal, esse apresentou ser maior que o outro monte de carne. Com toda sua soberba Zeus escolheu o monte maior, no entanto, ao descobrir que havia sido enganado por Prometeu, decidiu vingar-se dele negando à humanidade o último dos dons que necessitavam para se manterem vivos: o fogo.
Com o objetivo de salvar sua criação, Prometeu roubou uma centelha de fogo celeste e entregou aos homens. Ao perceber que o novo brilho que vinha da terra era fogo, Zeus decidiu se vingar do ladrão (Prometeu) e dos beneficiados com o fogo (a humanidade). Aprisionou Prometeu na parede de um penhasco na montanha caucasiana, com uma corrente inquebrável, todos os dias suas vísceras eram comidas pelas aves, como era imortal durante a noite os órgãos e restituíam e no dia seguinte as aves voltam e comiam novamente, assim era a sua tortura diária. Antes de ser aprisionado Prometeu deixou um recipiente, seu formato não é descrito ao certo, aqui será denominado de “caixa”, com seu irmão Epimeteu, e esse ficou incumbido de ser o guardião da caixa, não permitindo que ninguém se aproximasse dela. Para se vingar do homem, Zeus resolveu criar a mulher com a ajuda dos demais deuses, nela cada um dos deuses pôs uma de suas qualidades, dente elas a beleza e a inteligência e deu-lhe o nome de Pandora. Zeus a enviou de presente para Epimeteu, esse não deu ouvido aos conselhos que o irmão havia lhe dado antes de partir, que era para não aceitar nenhum presente dos deuses, aceitou Pandora.
Ela o seduziu e, após cair na armadilha de Zeus, Epimeteu caiu em um sono profundo, aproveitando-se disso Pandora abriu a caixa e quase todos os males que estavam lá dentro foram libertos, coisas tão ruins a amedrontaram fazendo-a fechar a caixa, porém, o último e mais importante permanecera dentro da caixa, o destruidor da esperança. Por isso a mulher ficou conhecida como o grande mal da humanidade. A história mitológica é um pouco semelhante à bíblica, que narra a criação do homem e da mulher (Adão e Eva), pois nessa a mulher também é a responsável pela desgraça humana."

Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola
http://www.brasilescola.com/filosofia/caixa-de-pandora.htm

sexta-feira, 5 de junho de 2009

O MOTOR ESTÁ ESQUENTANDO...

Sobre a vitória de 3 x 0 sobre o Náutico ontem à noite em Porto Alegre:

Achei que seria um mísero um a zero, mas o time parece que foi se soltando. De um primeiro tempo cheio de erros e medos, para um momento de toque de bola ofensivo, não desistindo de atacar e mesmo depois de ter feito três gols, estar pressionando o adversário em busca de mais gols aos 45, 46 minutos do segundo tempo.

Sim, sim, muito bom. Gostaria de saber quando a máquina vai estar azeitada a ponto de começar as partidas nesse ritmo. Entendo que o Náutico tenha também seu valor, mas, fiquei com a impressão de que quando o Grêmio quis realmente ganhar, ele foi pra cima e fez valer sua vontade.

Sobre o naufrágio de Ruy: Olha, difícil acreditar que o Ruy que tem entrado em campo é o mesmo que jogou as primeiras 5 ou 6 partidas com a camisa do Grêmio. Ele tem se mostrado fora de lugar, parece uma barata tonta, não marca nem apóia, seu setor é uma avenida para o adversário. Seus cruzamentos todos, invariavelmente, tem ido pela linha de fundo, ou passado por cima da área, ou ainda batido nos zagueiros. Tchê, impressionante, ontem, entrou Joílson, fez o primeiro cruzamento, na cabeça do Maxi, que meteu nas redes.

Sobre vaias e marcação da torcida com alguns jogadores: Infelizmente o Souza, ontem, teve motivação nas vaias. Tanto que depois respondeu à torcida. Por vezes acho que as vaias e aquela ruidosa manifestação da torcida quando dos erros GRITANTES dos jogadores não tem como ser evitada. Pensa bem, o cara tá no estádio, ele tá vendo a alternativa e o cara que tá jogando não enxerga. Talvez a vaia o faça mudar. E daí fazer a coisa dar certo.

Acho que andava faltando a vaia. Às vezes ela é importante. Não digo sempre, não estou me referindo aos corneteiros, mas às vezes é importante.

Mas o motor está esquentando. A coisa está encaixando... Paulo Autuori fazendo efeito...

Forza Gremio !